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Dia 11/02/10 a Folha divulgou a lista das escolas que tiveram pólos de ensino à distância fechados pelo MEC e foram obrigadas a cortar vagas para o vestibular:
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FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u692464.shtml
(UNIP: Universidade Paulista; UNISA: Universidade de Santo Amaro; UNESA: Universidade Estácio de Sá; FINOM: Faculdade do Noroeste de Minas; CESUMAR: Centro Universitário de Maringá)
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Em gráfico, para dar idéia da contribuição de cada escola:
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Olhar apenas o número de pólos fechados pode dar uma falsa idéia de problemas. É preciso olhar o tamanho da escola em número de alunos para uma análise mais apurada e precisa:
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Agora, cruzando os dados:
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Escolas maiores tendem a ter um maior número de pólos, o que faz com que o número de pólos fechados seja proporcional a essa dimensão. Exemplo: uma escola que tem 100 polos e tem que fechar 10 deles teve problema com 10% dos pólos. Outra que tem 10 polos e teve que fechar 8 teve problemas com 80% dos seus pólos. Mas quando colocamos os dados apenas do fechamento dos pólos, eles parecem próximos (10 x 7). A verdade é que não são: a segunda tem uma estrutura muito mais problemática do que a primeira. Não sei o número TOTAL de pólos de cada escola, mas podemos SUPOR que quanto maior o número de alunos presenciais, maior a envergadura da escola também no EAD. Essa é uma suposição passível de falhas, mas é melhor do que pegar os números brutos dos pólos fechados. Segundo essa nova abordagem dos dados, a escola com mais problemas nos pólos não seria a Unip como o número absoluto de pólos parece mostrar, mas a Unisa que tem um número de alunos presenciais pequeno - dados do próprio MEC que podem ser verificados no arquivo do UOL http://download.uol.com.br/educacao/estatisticas/2008_censoeducsuperior_presencial.xls)
Mas temos que considerar que uma escola pode ter optado por ter um ensino à distância sofisticado e de larga escala, enquanto mantém um número pequeno de alunos presenciais. Isso subverteria a lógica acima e precisa ser levado em conta. De qualquer maneira, dada a divulgação ampla na imprensa e sua repercussão, certas ou erradas, essas escolas estão tendo um prejuízo na sua imagem junto ao seu público-alvo.
Agora resta esperar pelas justificativas de cada escola para esse resultado.
A notícia original pode ser consultada em http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u692464.shtml